X
Mais pesquisados

FUNDEC ABRE VAGAS PARA CURSO TÉCNICO GRATUITO EM ENFERMAGEM

access_time16/07/2026 00:00

Inscrições para curso técnico de enfermagem estão abertas. A oportunidade é destinada a candidatos com ensino médio concluído e idade mínima de 18 anos completos no ato da matrícula.

DUQUE DE CAXIAS E RIO DE JANEIRO REFORÇAM PARCERIA PARA COMBATER O CRIME

access_time17/07/2026 00:00

Os prefeitos de Duque de Caxias, Netinho Reis, e do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, reforçaram mais uma parceria voltada ao combate à criminalidade e ao fortalecimento da segurança pública.

GUARDA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS INICIA UMA NOVA FASE

access_time06/07/2026 00:00

Força Municipal forma primeira turma. Cerimônia na Nova Arena da Baixada reuniu prefeito, representantes do governo, familiares e amigos.

EQUIPE DO MUSEU VIVO DO SÃO BENTO REALIZA VISITA DE RECONHECIMENTO DE CAMPO PARA A RETOMADA DAS ATIVIDADES DE PERCURSO

EQUIPE DO MUSEU VIVO DO SÃO BENTO REALIZA VISITA DE RECONHECIMENTO DE CAMPO PARA A RETOMADA DAS ATIVIDADES DE PERCURSO

person access_time07/08/2025 00:00

O MVSB é um complexo museológico, considerado o primeiro Ecomuseu de Percurso da Baixada Fluminense. Diferente de um museu tradicional, o de percurso não concentra suas atividades em um único espaço, mas sim em um roteiro que passa por diferentes locais, que contam a história da região onde está situado.

Na próxima quarta-feira (13), o Museu retornará com as atividades do percurso com alunos e professores do Centro de Educação de Jovens e Adultos de Duque de Caxias (Ceja/DC). Os visitantes serão guiados pela turismóloga Simone Garcia e pela estudante de arqueologia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Marcela Milão. Serão visitados nove pontos do percurso: Casa do Administrador, Casarão e Capela, Tulha A, Farmácia, Telégrafo, Sede Administrativa, Casa do Colono, Esporte Clube e Sambaqui.

Marcela explica que os sambaquis, um dos pontos de maior interesse por quem realiza o percurso, são sítios arqueológicos constituídos por camadas sobrepostas de areia, terra e conchas.
“Sua construção era um processo contínuo, e alguns permaneceram em atividade por milênios. Em seu interior, são encontrados diversos vestígios de atividades humanas, como artefatos líticos, ósseos e de concha, restos de fogueiras, sepultamentos e uma grande variedade de resquícios de animais e de plantas”, explica Marcela.

O nome “sambaqui” foi utilizado pelos tupis que chegaram ao território de São Bento, entre 3 e 2 mil anos atrás, para se referir aos “povos das conchas”. A palavra sambaqui, na língua tupi, significa “monte de conchas” ou “peito de moça”. Justamente pela forma como foram construídos e pela riqueza dos materiais neles preservados, os sambaquis são considerados sítios arqueológicos de grande complexidade.

“Graças a esses elementos, os pesquisadores conseguem reconstituir aspectos fundamentais da vida dos sambaquieiros, desvendando seus hábitos, sua organização social e sua relação com o ambiente”, completou a pesquisadora.

folder_openTags